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Campanhas Avaaz
Destaques do movimento global de 4,9 milhões de pessoas, iniciado em Janeiro de 2007
A Avaaz tem uma missão simples e democrática: acabar com a lacuna entre o mundo em que vivemos e o que todos queremos.
Os desafios são grandes -- mas juntos, pouco a pouco, nós estamos mudando o mundo. Abaixo estão algumas das campanhas que a Avaaz fez até agora. (Clique aqui para ver a cobertura da mídia sobre a Avaaz) < a href="#meio_ambiente">MEIO AMBIENTE | RESPOSTAS DE EMERGÊNCIA< /a> | CLIMA | BIRMÂNIA | TIBET| CORRUPÇÃO | DIREITOS HUMANOS | < a href="#paz">PAZ | COMIDA E AGRICULTURA | MUITO MAIS |
MEIO AMBIENTE |
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![]() O Ministro Britânico do Meio-Ambiente Hillary Benn dirige-se à entrega da petição da Avaaz- em frente à mídia mundial durante negociações climáticas da ONU em Bali. |
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b>Salve os oceanos - Uma grande vitória! O Reino Unido anunciou seus planos de dobrará área total de proteção dos oceanos com uma nova zona de conservação maior do que a Alemanha e Itália juntas (abril 2010). No momento de consulta pública anterior à decisão, membros da Avaaz contribuiram com mais de 85% das respostas, pedindo apoio aos habitantes das ilhas e que fosse banida a pesca comercial,
O ministro de relações exteriores do Reino Unido mencionou as "mais de 221.000 respostas coordenadas pela Avaaz... vindas de 223 países" em seu discurso. É um grande passo, mas é preciso continuar com a pressão para garantir um resultado justo para os nativos das ilha de Chagos e Maurício -- e continuar a proteger oceanos da pesca excessiva. Elefantes< /font> - Com elefantes em risco, 500.000 de nós ao redor do mundo deram voz à Coalizão para Elefantes Africanos através de nosso apoio -- e, após uma votação acirrada junto com ajuda de nosso parceiros no local, ganhos a proteção dos elefantes na sessão de Animais em Extinção da ONU (março 2010). O chefe da Rede de Espécies em Sobrevivência disse que "a petição, sem dúvida, fez uma diferença e nos ajudou a atingir os resultados certos para elefantes em todo o mundo". A floresta Amazônica - No ápice de um momento de decisão em junho de 2009, membros da Avaaz no Brasil fizeram mais de 14.000 ligações e enviaram mais de 30.000 mensagens online ao presidente Lula em dois dias. No último momento, a pressão pública reverteu a lei que daria boa parte da floresta Amazônica para a exploração de agronegócios (Junho 2009). Uma grande vitória para o Brasil, e parao planeta, já que a Amazônia consome enormesquantidades de gases estufa que vem aquecendo o planeta. (Para mais atualizações em campanhas sobre o clima, < a href="#clima">clique aqui.) |
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RESPOSTAS DE EMERGÊNCIA< /a> |
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Asahi Shimbun, o segundo maior Jornal do Japão, relata que o anúncio da Avaaz ajudou a mudar a política Japão em relação ao aquecimento global.
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b>Em ajuda ao Haiti - Milhares de nós contribuimos mais de US$1,3 milhões para auxílio e recuperação após o terremoto no Haiti (Janeiro 2010), ajudando organizações locais a proverem comida e ajuda mécica que salvaram vidas.
Nós continuamos nossa campanha com uma petição pedindo o cancelamento da dívida do Haiti, que foi seguida por uma garantia de que $1 bilhão dessa dívida seria perdoada. Assista ao incrível vídeo sobre o impacto que tivemos. |
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Anúncio de jornal da Avaaz do seminário G8 em Hokkaido 2008 reimpresso no Nikkei Business Daily.
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b>Cúpula do Clima de Copenhagem (Dezembro 2009) - Líderes não fizeram história - mas os cidadãos do mundo sim. Um ano de ações sem precedentes relacionadas a mudanças climáticas atingiram mais do que o imaginado -- com milhares de vigílias, passeatas, protestos, ligações e assinaturas.
Enquanto políticos falharam em sua tentativa de chegar a um acordo para acabar com a crescente mudança climática, a população criou um movimento que pode vencer a luta para salvar nosso planeta. Clique para ver fotos, vídeos e mensagens de pessoas ao redor do mundo depois da cúpula -- e fique ligado nas atualizações da Avaaz para mais campanhas relacionadas ao tema esse ano! < b>Hora de acordar - No dia 21 de setembro de 2009, em mais de 2600 eventos em 135 países, nós nos juntamos para mostrar aos líderes políticos que está na hora de acordar em relação à mudança climática. Os maiores veículos midiáticos cobriram em suas reportagens a incrível criatividade e diversidade dos membros e parceiros da Avaaz, levando aos líderes políticos a nossa mensagem. Palavras não são suficientes para descrever o que aconteceu -- mas esse vídeo chega perto. Petioções< /b> - Desde que a campanha do clima iniciou em 2007, a Avaaz entregou a petição com milhares de assinaturas a líderes em posições chave, incluindo os ministros do meio ambiente de todos os países do G8 e líderes no Brasil, Alemanha e Japão. Cartões postais gigantes |
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Nossa campanha sobre o aquecimento global tomou várias formas. Nos tornamos o parceiro global do Al Gore no Live Earth, membros da Avaaz organizaram 2500 eventos Live Earth em 139 países para conscientizar suas comunidades da imporância do aquecimento global. Os membros da Avaaz no Canadá submeteram milhares de comentários públicos em uma lei proposta a respeito da execução do Protocolo de Kyoto no país. No Seminário APEC na Austrália, pouco antes das eleições de 2007, a Avaaz trabalhou com GetUp.org.au para divulgar o posicionamento do então Primeiro Ministro Howard, que recusou qualquer compromisso para combater o aquecimento global. Criamos um banner de 1000 pés quadrados fixo em Bondi Beach e flutuando acima do Grande Barreira de Corais (que estará destruído nos próximos 20 anos pela mudança do clima a menos que uma ação drástica seja tomada). E a Avaaz conduziu a apresentação do Climate Action Network “Prêmio Fóssil do Dia“ em Bali, dando aos países que mais barraram o progresso no tratado pós-Kyoto. Durante todo o ano, a Avaaz trabalhou com parceiros incluindo Oxfam, Greenpeace, Friends of the Earth, Climate Action Network, Global Call to Action against Poverty.
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Quando monges e manifestantes pró-democracia encheram as ruas da Birmânia em outubro de 2007 para protestar a junta militar, membros da Avaaz de todos os lugares do mundo surgiram em apoio a eles. Mais de 800.000 membros de países de todo mundo assinaram a petição pedindo para a China e o Conselho de Segurança da ONU se oporem à violenta repressão e ao apoio genuíno do diálogo para reconciliação. A mensagem foi entregue publicamente para o Primeiro Ministro britânico, Gordon Brown e enviada por via diplomática e através de anúncios para oficiais do governo da China. Milhares de membros da Avaaz pressionaram a União Européia por sanções mais fortes dirigidas aos oficiais da junta militar da Birmânia, mais de 2.000 membros em Singapura enviaram mensagens para seu Ministro das Relações Internacionais pedindo mais firmeza nas relações com os militares da Birmânia, e 50.000 se comprometeram em boicotar Chevron e Total Oil pressionando-os a pararem de fazer negócios com a junta militar. Quando a junta militar proibiu câmeras, telefones celulares, e ligações à Internet como parte da sua repressão, membros da Avaaz doaram mais de USD$ 32.0000 para prestar apoio técnico e treinamento para o movimento democrático - fundos distribuídos no território do país por parceiros da Avaaz no Open Society Institute. A Avaaz enviou uma missão à fronteria entre a Tailândia e a Birmânia que se reuniu com os principais líderes pró-democracia e garantir a utilização sensata dos recursos doados pelos membros.
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Ajuda às vítimas do Ciclone na Birmânia |
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b>Ajuda às vítimas do ciclone na Birmânia - Quando o ciclone Nargis passou em maio de 2008, matando 200.000 pessoas, a Avaaz entrou em contato com organizações de monges para saber como ajudar.
O chefe da Organização Internacional de Monges da Birmânia gravou um vídeo fazendo um apelo aos membros da Avaaz. Em apenas dez dias, mais de 250.000 pessoas, de 125 país, doaram US$2 milhões para apoiar os esforços humanitários dos monges -- que contornaram o bloqueio governamental a agências humanitárias, levando medicamentos, comida e outros suprimentos de emergência para serem distribuidos aos mais necessitados pela sociedade civil. Como disse mais tarde Slate.com "enquanto o mundo se focava no bloqueio a ajuda humanitária do governo militar, os esforços humanitários eram feitos por cidadãos e monges da Birmânia, que impediram uma situação massiva de fome". Ao doar diretamente para essas redes de organizações dentro do país, membros da Avaaz, que doaram mais do que a maioria dos países logo após o ciclone, tiveram um papel crucial no apoio a essas atividades. |
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A China reprimiu violentamente manifestantes ptó-Tibete em março deste ano, em resposta, os membros da Avaaz construiram a maior petição on-line da história com 1.5 milhões de assinaturas em três semanas - o convite para um diálogo entre a China e o Dalai Lama. A petição foi entregue em particular para oficiais do governo chinês e publicamente através de manifestões simultâneas em 84 cidades no Dia da Ação Global, coordenado com grupos pró Tibete ao redor do globo. (Clique aqui para ver as fotos e ter mais informações.) Após a reação internacional, a China reiniciou conversações com o Dalai Lama, em resposta à pressão internacional.
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Dentro da China, no entanto, os protestos mundiais e a cobertura mediática, alimentaram um discurso nacionalista, onde a midia estatal e a opinião pública chinesa denunciaram o sentimento pró-Tibete como esforços "anti-chinês" para boicotar as Olimpíadas. Para mostrar que essa não era a nossa intenção, a Avaaz lançou o apelo "Salve as Olimpiadas" arrecadando fundos online de $ 150.000 dólares para contratar uma equipe que fala mandarim e comprar anúncios em publicações da comunidade chinesa espalhadas pelo mundo. Avaaz também organizou um "Aperto de mão da paz", com mais de 2000 membros da Avaaz vestindo a camisa “Uma só China” formando um aperto de mão humano desde o Dalai Lama até a embaixada chinesa em Londres. Foi um dia maravilhoso, com um gesto real de boa vontade que culminou num comício com um momento de silêncio para as vítimas do terremoto Sichuan. Milhares de membros da Avaaz também
acenderam uma vela pelos sobreviventes do terremoto e fizeram doações para barracas e outros suprimentos de emergência.
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Impulsionada por apelos de membros na região, a Avaaz lançou uma campanha sobre a democracia e direitos humanos no Zimbábue. Depois do primeiro turno das eleições dia 29 de março, o presidente Robert Mugabe não fez segredo da sua hostilidade para a opinião internacional. A Avaaz procurou pressionar o Presidente sul-africano Thabo Mbeki, um aliado de Mugabe e da SADC (Comunidade de desenvolvimento Sul-Africano) para ser mediador entre Mugabe e a oposição. Como Mbeki foi presidir uma sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas (onde ele se recusou a discutir o Zimbábue), mais de 150 mil membros da Avaaz assinaram uma petição pressionando-o a agir – e a Avaaz voou um banner com mais de 280 metros quadrados sobre a sede da ONU em Nova York escrito “Mbeki tempo de agir: Democracia para o Zimbábue ". Essa ação ganhouo uma imensa cobertura na África do Sul, assim como na BBC, CNN, agências de notícias como a Reuters, AP e AFP, e outros grandes meios de comunicação em todo o mundo. (Veja a foto e os links no canto aqui. No dia seguinte, pela primeira vez, Mbeki apelou para um porta-voz pedindo a liberação imediata dos resultado das eleições.
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Depois da vergonhosa vitória de Mugabe nas prévias de junho de 2008, mais de 2.500 membros africanos da Avaaz contataram seus governantes e incitaram estados membros da União Africana a não reconhecer o regime do Mugabe. A Avaaz ampliou esta mensagem com um anúncio de página inteira na edição de final de semana do internacional “Financial Times”, chamando a atenção dos líderes mundiais para isolar Zimbabwe. Mais de 100.000 membros da Avaaz, de todo o mundo, reforçaram esta mensagem contatando o Ministro das Relações Internacionais de seu país, chamando a atenção para o não-reconhecimento da vergonhosa eleição e apoiando um diálogo significativa entre o presidente e a oposição. A partir de então, Mugabe e o líder da oposição Morgan Tsvangirai finalmente encontraram-se pessoalmente para negociações, mas a violência continua e o processo diplomático está caminhando. A Avaaz continuará a apoiar grupos da sociedade civil e ativistas pró-democracia do Zimbábue, num diálogo próximo com membros e parceiros da região.
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O Secretario-Geral da ONU Ban Ki-Moon recebe a Petição Avaaz da Crise de Alimentos de Sam Sesay, Ministro da Agricultura de Serra Leoa, e de Ricken Patel da Avaaz.
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Com os preços dos alimentos subindo, a Ministra das Relações Internacionais da Serra Leoa, Zainab Bangura, gravou um vídeo apelando aos membros da Avaaz, pedindo para eles pressionarem seus governos a tomarem uma atitude. Mais de 360.000 membros responderam, assinando uma petição online que foi entregue ao Secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki-Moon num seminário emergencial sobre a crise alimentar, em Roma. Cedendo à pressão global, os governos financiadores prometeram bilhões de Euros em fundos emergenciais para a crise alimentar e iniciaram um processo para reconsiderar a política agrícola. Mais de 60.000 membros da Avaaz também enviaram mensagens a seus governos pedindo |
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b>Israel e Palestina - Uma resolução justa e pacífica com a criação de dois Estados -- e respeito pelos direitos humanos em ambos os lados -- tem o apoio da opinião pública e de membros da Avaaz em Israel, Palestina e ao redor do mundo. Para apoiar esses objetivos, a Avaaz circulou extensas campanhas globais e locais -- iniciadas pelo vídeo "Acabe com o choque das civilizações" em marco de 2007.
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Membros da Avaaz também financiaram uma inovadora campanha de outdoors em Jerusalém e anúncios de jornais nos maiores jornais de Israel e Palestina, assinaram mais de 375.000 nomes em petições pedindo diálogos de paz, fim do bloqueio à ajuda humanitário para a Faixa de Gaza, e um cessar-fogo com o Hamas. Essas petições foram entregues diretamente a tomadores de decisões chaves em Israel e pelo mundo todo. Em maio e junho, membros da Avaaz financiaram uma das principais campanhas de publicidade online e offline, que foi vista por aproximadamente 1 milhão de Israelenses, pedindo por um cessar-fogo em Gaza. Hamas e Israel começaram um cessar-fogo na Faixa de Gaza em 19 de junho de 2008.
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A primeira campanha da Avaaz trouxe bandeiras e grandes banners representando 87.000 “marchadores virtuais” para um protesto pacífico em Washington, DC, contra a escalada das tropas dos Estados Unidos no Iraque. A Avaaz também colocou uma publicidade de página inteira no jornal Congressional de Washington se opondo a escalada. Consultando membros locais e peritos internacionais, desenvolvemos um “Novo” plano para o fim da guerra: Negociações entre as partes interessadas, mediadas por agentes internacionais habilitados como a ONU e uma completa e responsável retirada das tropas americanas em um cronograma que coincidem com os desejos do povo iraquiano. O Novo plano, endossado por 150.000 pessoas de todo o mundo, em resposta a um email de um membro Iraquiano da Avaaz, foi entregue a líderes Iraquianos chaves, regionais e internacionais, no encontro de Sharm El-Sheikh em maio de 2007. A Avaaz também trabalhou com parlamentares Sunitas, Xiitas e Curdos para criar uma campanha internacional apoiando o direito do povo iraquiano determinar o futuro de suas reservas de petróleo -- ao invés de aceitar as regras impostas por governos estranjeiros e de corporações.
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Enquanto líderes mundiais se encontravam em Dublin, Irlanda, para as negociações finais da proibição internacional das bombas cluster (conhecidas também como bombas de rácimo ou fragmentação), o sobrevivente de uma bomba cluster Branislav Kapetanovic enviou um vídeo apelando para os membros da Avaaz e 164,272 responderam enviando mensagens de email para lideres de governo demandando uma proibição forte, livre de lacunas ou atrasos. O Governo da Finlândia, que se opunha à uma proibição completa, recebeu 50.000 mensagens de membros da Avaaz -- ganhando a atenção da imprensa internacional (clique para ver a matéira 1 e 2). Quando mais de 100 nações assinaram pedindo um tratado forte, os grupos presentes no encontro disseram que a participação dos membros da Avaaz havia influenciado a decisão -- e que os governantes ficaram surpreendidos com o clamor dos cidadãos. Agora, a campanha para ampliar e ratificar o tratado continua.
Outras campanhas da Avaaz incluem:
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