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Suspensão dos testes com sementes geneticamente modificadas e valer a Lei da rotulagem dos alimentos com OGMs

Suspensão dos testes com sementes geneticamente modificadas e valer a Lei da rotulagem dos alimentos com OGMs
  
  

 

Por que isto é importante

Vivemos em um preocupante modelo de consumo e sabemos do o que o ser humano é capaz, basta nos lembrarmos dos desastres ocorridos desde a segunda guerra, como em Auschwitz, Hiroshima, Vietnam, o surgimento do “agente laranja” e de uma infinidade de agrotóxicos nocivos à saúde publica.

Diversas empresas estão desenvolvendo sementes geneticamente modificadas altamente tolerantes a potentes agrotóxicos, sendo que uma das maiores preocupações dos cientistas é a alta volatilidade e dispersão desses herbicidas.

As sementes transgênicas Roundup Ready (RR), desenvolvidas pela Monsanto e que representam a maior parte dos transgênicos produzidos no mundo, são tolerantes ao agrotóxico Roundup (a base do Glifosato), que é pulverizado diretamente sobre as lavouras, eliminando todas as espécies de “mato” e deixando intactas apenas as plantas transgênicas.

Segundo dados da Associação AS-PTA (Agricultura Familiar e Agroecologia) a Dow, quinta maior empresa do mundo em produção de agrotóxicos, desenvolve sementes de algodão e soja tolerantes ao herbicida 2.4-D (agrotóxico altamente tóxico), liberados no Brasil ainda em fase de teste. A Monsanto também desenvolve sementes de soja, algodão e milho tolerantes ao agrotóxico Dicamba, da mesma família do 2.4-D.

Destacamos que esse potente herbicida (2.4-D) é famoso por ter feito parte da composição do “Agente Laranja” utilizado como desfolhante de florestas na guerra do Vietnam e responsável pelo nascimento de bebês com sérias malformações genéticas, além do desenvolvimento de vários tipos de câncer e outras doenças mortais.

A engenharia Genética e os cientistas que concebem produtos geneticamente modificados, escondem da população importantes questões em relação a processos que podem trazer consequências imprevisíveis aos seres vivos. Na maioria das vezes não mostram resultados concretos e seguros do consumo destes produtos pelos seres humanos em médio e longo prazo, e não produzem relatórios sobre os impactos sociais e ambientais, com os dados sendo direcionados unicamente para garantir o interesse das empresas e suas atividades.

Cientistas como Dr Arnand, biólogo, físico e químico, e Dr Vyyem Howard, Toxicologista, afirmam e confirmam que são insuficientes os testes de alimentos transgênicos que já são comercializados no Brasil. Necessitamos de testes rigorosos sobre os efeitos na saúde publica trazendo consequências imprevisíveis no metabolismo, órgãos e tecidos de seres humanos, animais e plantas a médio e longo prazo.

Institucionalmente, não temos um tratado Nacional garantindo o direito a transparência, responsabilização e monitoramento do desempenho da biotecnologia no Brasil, Havendo ainda a conivência de estudiosos frente ao governo que não exigem testes de segurança desses alimentos.

Deste modo, ignorando cegamente o Principio da Precaução contido no Art.225 da constituição Brasileira, a CTNBio autorizou a produção e comercialização no Brasil de mais de 35 tipos de sementes transgênicas e 15 vacinas com utilização desta tecnologia nos últimos anos, entre elas estão 18 tipos de milho, 5 de soja, 12 de algodão, 1 de feijão e 1 de levedura.

Devemos chamar a atenção, que esta aprovação se deu por maioria simples, tendo os votos contrários dos Ministérios do Meio Ambiente, Saúde e Desenvolvimento Agrário.

Assim, sem os estudos necessários para comprovar que o seu consumo é seguro, essas sementes vão se tornando a base da grande maioria dos produtos alimentícios disponíveis nas prateleiras dos supermercados do Brasil e, em sua grande maioria, sem a devida identificação da característica (Alimento Geneticamente Modificado) exigida por lei.

Portanto, é necessário suspender e rever urgentemente os testes de sementes geneticamente modificadas (OGM), além de fazer valer o DECRETO Nº 4.680/03, que obriga a identificação completa nos rótulos dos alimentos que contenham na sua composição qualquer tipo de substância transgênica.

Assine o manifesto “TRANSGÊNICO: NO MEU PRATO NÃO” e repasse, pois somente com um grande número de assinaturas e uma ampla divulgação é que teremos eco para mudar esta politica altamente nociva para a Sociedade brasileira.

ASSINE JÁ!
Postado dezembro 16, 2012
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