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Asfaltamento do Bairro Rosário de Minas-JF-MG

Asfaltamento do Bairro Rosário de Minas-JF-MG
  
  

 


Por que isto é importante

Porque eu procuro melhorias para o mesmo e desde que me conheço como pessoa vejo o sofrimento dos moradores do bairro Rosário q tem q sair de casa 4 horas da manha e retornam somente as 8h. E enfrentam 1h e meia de ônibus em estradas esburacadas,causando prejuízos na saúde dos mesmos.Sem contar que nos periodos de chuvas ficamos exilados devidos as precárias condições das estradas que dão acesso ao mesmo. Segue o relato de um escritor famoso que morou em Rosario.

UM LUGAR MUITO ESPECIAL - Rosário de Minas
Escrito por Asséde Paiva (rosarense), bacharel em Direito e Administrador. Autor de Organização de cooperativas de consumo (premiado no IX Congresso Brasileiro de Cooperativismo, em Brasília); Brumas da história do Brasil. RIHGB nº 417, out./dez. 2002; Possessão, São Paulo: Ícone Editora, 1995; O espírito milenar, Goiânia: Editora Paulo de Tarso, s.d. Trabalhou na CSN 35 anos.

Quem fica na memória de alguém não morre
(Betinho)

Este trabalho é dedicado aos que amam, vivem, viveram e viverão em Rosário de Minas.

Eta lugar antigo! Significa coroa de rosas e deve ter proteção especial de Maria, nossa mãe do céu. Em anotações no Álbum do Município de Juiz de Fora (Albino Esteves, 1915), lê-se que em 1815 foi feita uma doação para construção de uma igrejinha. Seria, mais tarde, Igreja de Nossa Senhora do Rosário. É de Rosário que vamos falar.

Não sei como explicar e muita gente também não, por que um lugarzinho tão inofensivo, bucólico, distante, posto entre morros (mais ou menos elevados), estacionário, sem progresso, conseguiu subsistir tanto tempo em nossa memória? Estou falando de meu berço, Rosário, antes (ou ainda é) um distrito a noroeste de Juiz de Fora, com estas fronteiras: São Francisco de Paula (ex-Torreões); Santos Dumont (antes João Gomes, depois Palmyra); Paula Lima (ou Chapéu d’Uvas, antes Rocinha de Nossa Senhora da Assunção do Engenho do Mato); Lima Duarte (Nossa Senhora das Dores do Rio do Peixe), Pedro Teixeira e Bias Fortes (ex-Quilombo, ex-União).

O povo de Rosário historicamente é muito ressabiado. Qual a razão? Não sei responder. Eles não gostam de informar a estranhos sobre seus bens e propriedades, de modo que são raras as fontes confiáveis de consulta. Medo de impostos? Talvez. Só um psicólogo poderia dizer sobre este comportamento dos fazendeiros do lugar.................


Postado março 6, 2013
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