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Vitória
Acabou o pesadelo!

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Esta petição foi criada por Bruno M. e pode não representar a visão da comunidade da Avaaz.
Bruno M.
começou essa petição para
Lideranças partidárias do Congresso Nacional
O pior cenário possível foi evitado: Bolsonaro! A briga foi feia e nossa campanha foi considerada 'pressão externa' na hora dos tomadores de decisão negociarem. Bolsonaro foi derrotado na eleição direta por apenas 10 x 8. Assumiu o deputado Assis do Couto do Partido dos Trabalhadores, que é do núcleo agrário e não dos Direitos Humanos... não estamos 100% satisfeitos, mas o perigo maior passou. Ano que vem tem mais! Quer apostar? Obrigado a todos por contribuírem com nossa campanha!

26 de fevereiro de 2014: Acabou o pesadelo! O pior cenário possível foi evitado: Bolsonaro! A briga foi feia e nossa campanha foi considerada 'pressão externa' na hora dos tomadores de decisão negociarem. Bolsonaro foi derrotado na eleição direta por apenas 10 x 8. Assumiu o deputado Assis do Couto do Partido dos Trabalhadores, que é do núcleo agrário e não dos Direitos Humanos... não estamos 100% satisfeitos, mas o perigo maior passou. Ano que vem tem mais! Quer apostar? Obrigado a todos por contribuírem com nossa campanha!

21 de fevereiro de 2014: Contrariando todas as possibilidades, o deputado Bolsonaro vai disputar candidatura avulsa, com apoio de Feliciano e da bancada evangélica, rompendo perigosamente um acordo histórico que dá ao partido que ficou com o colegiado, a presidência da comissão. É preciso reafirmar nosso compromisso com uma Comissão de Direitos Humanos livre de uma presidência racista, homofóbica, preconceituosa e que valoriza a violência.

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18 de fevereiro de 2014:após semanas de mobilização e um mutirão intenso de telefonemas e e-mails para os líderes partidários, conseguimos com que Bolsonaro ficasse fora da presidência da CDHM. Agora vamos garantir que o deputado indicado lute por melhorias em nosso país!

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Os Direitos Humanos estão sob intenso ataque no parlamento e não podemos permitir que se repita o que aconteceu no ano passado!

"Raposas cuidando do galinheiro!" Ouvimos muito disso entre fevereiro e maio do ano passado, com Feliciano, Blairo Maggi e afins. Agora estamos sob o fantasma de Bolsonaro presidindo a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Bolsonaro é claramente racista, homofóbico e anti-indígena.

É preciso sinalizar que a troca de informações entre os movimentos e a cooperação está mais forte do que nunca graças também a todo aquele aparelho repressivo que vimos para proteger apenas as elites e em desfavor a quem teve a coragem de clamar por cidadania. Nós aprendemos bastante com 2013, ou não?!

Muita gente já sabe da existência dessa comissão, algo sem precedente na nossa história democrática, então basta perguntá-las se acham aceitável que o Congresso coloque alguma figura obscura e preconceituosa na pasta de direitos humanos, construída essencialmente para ser um espaço contra hegemônico, e dá-las a chance de se manifestarem, na rua ou virtualmente, de que exigem coerência da classe política ao invés do verdadeiro circo de horrores que é o Congresso Nacional.

Queremos o mínimo e o razoável, que gente que tenha histórico na luta dos direitos humanos presida essa comissão. Não podemos deixar que esta comissão caia nas mãos de pessoas que se importam apenas em criar confusão e chamar atenção da imprensa para polêmicas, ou que querem destruir a defesa de direitos fundamentais, garantidos na nossa Constituição. Junte-se a esta petição agora.

- Veja as atribuições da Comissão de Direitos Humanos e Minorias:

Suas atribuições constitucionais e regimentais são receber, avaliar e investigar denúncias de violações de direitos humanos; discutir e votar propostas legislativas relativas à sua área temática; fiscalizar e acompanhar a execução de programas governamentais do setor; colaborar com entidades não-governamentais; realizar pesquisas e estudos relativos à situação dos direitos humanos no Brasil e no mundo, inclusive para efeito de divulgação pública e fornecimento de subsídios para as demais Comissões da Casa; além de cuidar dos assuntos referentes às minorias étnicas e sociais, especialmente aos índios e às comunidades indígenas, a preservação e proteção das culturas populares e étnicas do País.